Veja a difereça entre Injeção Eletrônica e Carburador

Veja a difereça entre Injeção Eletrônica e Carburador

Quais as vantagens da Injeção Eletrônica de Combustível na Moto?

Sabe-se que a injeção eletrônica é o componente que tem a responsabilidade de fazer a junção do Ar e do Combustível e enviar até o motor. Antes, esta função era feita pelo carburador, pois o carburador recebia o vácuo do motor e este vácuo puxava o ar da caixa de filtro de ar para dentro dele, ao mesmo tempo em que puxa o combustível do reservatório inferior. O combustível passava pelo giglê, que tem um tamanho fixo e que permite apenas a passagem de uma pequena quantidade de combustível. Só então, dependendo do vácuo gerado e do tamanho do giglê, mais ou menos combustível será enviado para a mistura. Já a injeção eletrônica não possui giglê, pois ela tem um (ou mais) bico injetor de combustível, e uma central eletrônica que controla quanto combustível será liberado pelo(s) bico(s) injetor(es) para que seja misturado ao ar. É ai que está a diferença!

DIFERENÇA

No carburador, a medida do giglê é sempre fixa, então, a quantidade de combustível usada na mistura também será fixa, sendo proporcional apenas ao vácuo gerado. Muito vácuo, muito combustível, pouco vácuo, pouco combustível. Quem vai determinar a quantidade de vácuo que será usada é o piloto, quando acelerar a sua motocicleta. Caso ele acelere pouco, a borboleta abrirá pouco e permitirá apenas uma pequena passagem do vácuo ao carburador. Já, o contrário acontecerá se o piloto acelerar tudo, abrindo completamente a borboleta e permitindo que o motor puxe todo o gás que puder para dentro de si.

Já na injeção eletrônica, o controlador eletrônico determinará qual será a melhor proporção de combustível para cada situação, independente de qualquer vácuo e, por isso, normalmente é mais econômico e menos poluente que o carburador, pois não há desperdício de combustível.

INJEÇÃO ELETRÔNICA DE UMA MOTO DE 4 CILINDROS EM LINHA

Sabe-se que existem vários tipos de sistemas de Injeção eletrônica, porém, em todos eles existe ao menos 1 controlador eletrônico, 1 bico injetor e 1 bomba de combustível.

#Fica a Dica: O controlador possui em sua memória um mapeamento que determina a quantidade de combustível que deverá ser usada para cada faixa de RPM do motor. Assim funciona o sistema mais simples, pois o mapeamento é fixo e não muda nunca. É como um carburador, porém, com a vantagem de ter um mapeamento mais eficiente do que o obtido por meio de um giglê.

MODULO DE INJEÇÃO ELETRÔNICA

Há ainda, tipos mais complexos de Injeção Eletrônica, como por exemplo, as do tipo de injeção multi-ponto, com muitos bicos injetores, ou ainda, as que utilizam sondas que avaliam o tipo de combustível e o tipo de gás que resulta da explosão e se ajustam a cada necessidade. A sonda Lambda é um sensor que fica no início do cano de escape e que avalia a quantidade de CO2 que o motor está produzindo. O módulo de Injeção Eletrônica avaliará os dados deste sensor e, com isso, irá determinar se a combustão está sendo feita corretamente ou se há necessidade de ajuste, e realizará automaticamente e na hora, através do motor ligado. Desta maneira, usando um tipo destes de Injeção Eletrônica, o motor sempre apresentará o melhor desempenho e a maior economia possível, além de emitir menor quantidade de poluentes na atmosfera!

SONDA LAMBDA

O uso de Injeção Eletrônica é argumentado pelas montadoras , em relação ao custo de produção de um módulo, que para motos pequenas pode aumentar muito o preço, e acabam optando por reduzir o desempenho e encher as motos com sistemas como o “carburador eletrônico”,  que é um sensor de aceleração, ou um duto de ar frio que cai direto no escapamento.

Fonte: http://blog.masada.com.br/diferenca-entre-injecao-eletronica-e-motor-carburado/

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